Quinta-Feira, 27 de Abril de 2017 |

Editorial

Somos iguais

Por Redação em 08 de Março de 2013


Costuma-se dizer que o homem vem de Marte e a mulher de Vênus tamanha a disparidade que existe entre os dois. Realmente são muitas as diferenças entre os universos masculino e feminino. A forma de pensar, de encarar o mundo, de acreditar e de seguir adiante.
Mas também somos iguais e é essa igualdade que as mulheres buscam há tantos anos. Somos todos seres humanos e é assim que queremos ser encarados, não apenas como homem ou mulher, mas como seres que sentem, sofrem, sorriem, têm medo, sonhos e buscam realizações.
Anatomicamente diferentes, temos a mesma alma, fomos criados pelo mesmo Deus que deu à mulher o “poder” de gerar, e a compensou com uma maior resistência à dor física, mas carrega consigo uma grande dor emocional.
Contudo a dor moral é igualmente sentida por macho e fêmeas da espécie humana. Igualmente buscamos o melhor para nós e os nossos. Padecemos quando sofremos preconceito de qualquer espécie, quando somos injustiçados, traídos, feridos por dentro ...
Juntos, somos equilíbrio, apoio, sustentação. Pensamos e sentimos diferente justamente para podermos, unidos, sermos completos, homem e mulher. E os resultados positivos dessa união podem ser percebidos nos mais diferentes ambientes. Em casa, no trabalho, no lazer, no esporte... Homens e mulheres dividem e compartilham a vida!
Contudo ainda há diferenças e essas não pertencem à natureza de cada um. Foi noticiado, durante a semana, estudo que mostra que as mulheres ainda são menos remuneradas que os homens em trabalhos iguais, cargas horárias idênticas, esforço físico e mental semelhantes.
E em alguns casos, a mulher ainda é relegada a ocupações menores ou sofre preconceito e até mesmo humilhações em ambientes tradicionalmente masculinos.
Por outro lado, temos uma presidente da República, já tivemos uma governadora no Rio Grande do Sul, uma prefeita em Alvorada, seguimos com secretarias, delegadas, juízas e promotoras na cidade. Ou seja, o poder é feminino, quando permitem que assim aconteça e o resultado é semelhante ao masculino. Conclusão: somos todos iguais!

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