Quinta-Feira, 23 de Março de 2017 |

Editorial

Tristeza e luto

Por Redação em 22 de Fevereiro de 2013


O governo somos nós, elegemos nossos representantes para que trabalhem em favor da comunidade, do bem comum, e esperamos que todas as nossas necessidades básicas sejam atendidas pelo Estado. Estamos falando de educação, segurança, saúde... mas é justamente nessas áreas que mais acontece a intervenção do poder privado, que explora a falta e falha do Estado.
São escolas particulares que oferecem educação de qualidade a um preço também qualitativo e, muitas vezes, excludente. Serviços de segurança particular que igualmente são muito onerosos à maioria dos cidadãos e, principalmente, planos de saúde que, com propostas exorbitantes prometem levar tranquilidade às famílias.
Contudo, em Alvorada, há um grupo de voluntários preocupados com a saúde e a segurança da comunidade. O SAVE – Serviço de Atendimento Voluntário de Emergência, que já faz parte da vida da cidade devido ao seu envolvimento e participação em diversas oportunidades, é formado por profissionais de saúde que prestam serviço de urgência em saúde.
E, graça à nova falha das autoridades, desde seu início contou com a ajuda e apoio da comunidade, seja através de entidades, comerciantes ou mesmo moradores tocados pela sua importância para Alvorada.
Agora, quando vemos os nossos heróis anônimos novamente sofrendo com a falta de sede e a angústia do “despejo”, nos damos conta que não são só eles os prejudicados, mas sim toda a sociedade está sendo desrespeitada com esse novo capítulo pelo qual está passando essa novela que se transformou o SAVE em Alvorada.
Vamos seguir acompanhando o trabalho desse valoroso grupo e queremos, em breve, noticiar um final feliz para toda a cidade. Por enquanto, o SAVE vive dias de tristeza.

LUTO – É natural nos surpreendermos quando a morte chega a um grupo de jovens, com aconteceu em Santa Maria, ou ainda quando ela alcança um adulto ainda produtivo. Raro é acharmos estranho que um idoso foi cedo demais.
Contudo é esse o sentimento que nos alcançou na quinta-feira, dia sempre tão agitado na redação do Jornal A SEMANA. Pois foi às vésperas da circulação do semanário que recebemos a triste notícia da partida de nossa leitora, colaboradora e amiga Luzita Mar.
Ela e sua irmã Teresinha nos visitavam esporadicamente, mas sempre preenchiam o espaço com alegria, jovialidade e muito perfume. Sempre maquiada e “penteada”, Luzita fazia questão de agradar a si e aos outros com sua elevada auto estima.
A seu modo, atuante no meio cultural da cidade, sempre nos trazia novidades ou somente o carinho de sua companhia. Eterna apaixonada, a cada ano publicava a eterna saudade do marido que partiu.
E agora é ela quem nos deixa a missão, de ano a ano, dedicar uma homenagem à nossa sempre dama Luzita Mar.

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