Sexta-Feira, 07 de Outubro de 2022 |

Editorial

Uma marca na nossa história

Por Redação em 29 de Julho de 2022


De norte a sul do país, uma de tantas outras tônicas está presente no dia a dia da população brasileira: o combustível. Queiramos ou não, os que necessitam do veículo para a sua locomoção de pronto veem a redução como significativa [veja tabela na página 07]. Uma colocando os patamares mais aceitáveis de impostos que incidem sobre os combustíveis e seus derivados, patamares estes que estavam tão elevados que não justificavam tais índices de incidência de tributação. A taxação (imposto) de quem não produz uma gota e somente aproveita e tira a sua fatia (governo) para fazer girar o peso de sua própria máquina.

A décadas e pesadas décadas estamos buscando a nossa autossuficiência energética, mas os próprios atropelos dos (des)governos nos arrisca a dizer de que esta meta está longe de ser alcançada. E é mais fácil investir na iniciativa privada onde as coisas acontecem do que atreladas a governos. Exemplos nítidos disso são a área da telefonia, rodovias, portos, aeroportos e tantos outros exemplos.

A nível internacional guerras sempre houveram e causam reflexo nas mais longínquas nações. Seja ela forte, frágil, grande ou pequena: a sua marca sempre é deixada, porém com uma pandemia e política transversal o caos pode estar instalado.

E os valores reduzidos não ficaram somente nos combustíveis, mas também na energia elétrica e comunicação. E estes valores fazem o consumidor investir ou gastar nas suas primeiras necessidades e assim fazendo a máquina girar em seu setor, na sua área, na sua região. Não precisa esperar pelo governo para trazer a solução: uma parcela agora está em sua mão e fazendo a economia girar. E girar em todos os recantos do nosso território nacional.

E que venham mais reduções de impostos, pois o povo clama. Por muito menos houveram no passado revoluções buscando índices menores de impostos. O comércio desenvolve, a iniciativa privada trabalha melhor sem a presença do estado para recolher a sua parte pesada dos impostos. Urge a necessidade dos governos escutarem a voz do seu povo e deixa-lo trabalhar em paz.

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