Sábado, 18 de Novembro de 2017 |

Infográfico

Gripe A

Por Redação em 15 de Abril de 2016

(Foto: Pablito Aguiar)


A gripe A começou a circular mais cede este ano. Antes mesmo de verão terminar, casos de pessoas infectadas já ocorria em Goiás, Santa Catarina e São Paulo. Com a circulação atípica do vírus H1N1, o Ministério da Saúde resolveu antecipar o início da campanha de vacinação, que seria em maio, para 30 de abril. Por ser mais forte do que uma gripe comum e por estar associada ao frio, geralmente se proliferando entre outono e inverno, criamos este infográfico para esclarecer dúvidas sobre a Influenza A.

- O que é?
A gripe A, também conhecida como gripe suína é causada pelo vírus H1N1, que é transmitido pelo ar, de pessoa para pessoa, através de gotículas de saliva de um indivíduo doente para outro saudável. O diagnóstico desta gripe é feito através de exame de sangue, pois os seus sintomas são semelhantes aos da gripe comum, sendo apenas um pouco mais fortes.

- Vacinação
A vacina chega em duas formas no Brasil. A Trivalente, que protege contra três tipos de vírus, e a
Tetravalente, que imuniza contra um quarto tipo de doença.
A distribuição deve começar em 30 de abril, quando inicia a campanha nacional de vacinação contra gripe. Clínicas particulares já vendem a vacina trivalente – por cerca de R$70 – que protege contra o vírus H1N1, em abril devem estar disponíveis as doses tetravalentes.

- Grupos prioritários
Terão prioridade de vacinação crianças de seis meses a cinco anos, doentes crônicos, idosos com 60 anos ou mais, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, mulheres com até 45 dias de pós-parto, presos e funcionários do sistema prisional.
Os grupos prioritários são escolhidos levando em conta as pessoas com mais chances de desenvolver complicações a partir da gripe. Os critérios são construídos a partir da investigação do perfil dos casos graves e dos casos de óbito por gripe.

- Contágio
Ocorre por meio de espirros, tosse e contato direto com pessoas ou locais e objetos contaminados.
Para diminuir as chances de contágio, os locais fechados devem ser evitados e o hábito de lavar as mãos deve ser frequente.

- Sintomas
São parecidos com os de uma gripe comum: febre alta, dor no corpo, na garganta e na cabeça, e tosse. Falta de ar, desconforto respiratório e tontura também podem acontecer.

- Prevenção
• Adotar hábitos simples de higiene, como lavar mãos frequentemente com água e sabão;
• Não compartilhar objetos pessoais se estiver com sintomas;
• Cobrir a boca e o nariz com lenços descartáveis ao tossir e espirar;
• Manter ambientes de grande circulação sempre limpos;
• Deixar ambientes úmidos ventilados e iluminados com luz solar;
• Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
• Evitar visitas a hospitais;
• Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social;
• Evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração.

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