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1483 - CLÁUDIO MONGOL

Por Redação em 07 de Agosto de 2020


As divisões de base do Inter ao longo dos tempos revelaram excelentes atletas em todas as posições. Antigamente os goleiros eram sacrificados em nome da experiência. O clube preferia contratar arqueiros veteranos como Gainete, que retornou depois de uma passagem pelo Vasco, Célio Maciel, Valdir que veio do Aimoré. Schneider foi uma exceção. Cláudio Mongol o nosso entrevistado nesta edição, foi outro bom goleiro que não foi aproveitado no grupo profissional. O seu nome completo é Cláudio Roberto Silveira, sendo natural de Porto Alegre, onde nasceu no dia vinte e nove de março de 1953. Iniciou suas atividades na base do Inter em 1970. Nesse ano o Inter atuava com Cláudio Mongol; Sílvio, Borile, Alonso e Pingo; Vitor Hugo, Tadeu Baurú e Clóvis; João Carlos, Pedro e Soares. Em 1975 foi contratado pelo Grêmio Santanense. No ano seguinte defendeu a meta do Ypiranga de Erechim. Em 1977 veio para o Cruzeiro que estava inaugurando o Estrelinha, o seu estádio na Avenida Protásio Alves. A equipe estrelada formava com Cláudio Mongol; Pingo, Levi, Luiz Carlos Pateta e Sérginho; Juarez, Geraldo e Paulinho; Guta, Itamar e Letieri. Cláudio Mongol considera que Marco Eugênio foi o melhor técnico que o orientou. Os melhores goleiros que viu em ação foram Picasso e Manga. O jogo inesquecível foi Inter X Fluminense pela Taça São Paulo, quando foi considerado o melhor em campo, juntamente com Falcão. Os seus ídolos nos gramados são Manga e Ado. Hoje Cláudio Mongol reside em Porto Alegre, no bairro Hípica. Trabalha na divulgação da clínica médica de sua esposa e é construtor de casas populares. Assim, resgatamos a história futebolística de Cláudio Roberto Silveira, o Cláudio Mongol, que foi um bom goleiro e marcou presença no futebol gaúcho na década de setenta.

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