Sbado, 31 de Julho de 2021 |

Colunista


Conversando sobre o cotidiano


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


40 anos sem John Lennon

John Lennon foi assassinado no dia 08 de dezembro de 1980, em frente ao edifício onde morava, na cidade de Nova Iorque, tendo recebido quatro tiros nas costas, desferidos por um homem alucinado e que pretendia ser famoso.

Viver nos Estados Unidos foi uma opção de John Lennon após o fim dos Beatles, iniciando sua carreira solo, lançando os seguintes discos: John Lennon-Plastic Ono Band (1970), Imagine (1971), Sometime in New York City (1972), Mind Games (1973), Walls and Bridges (1974) e Rock and Roll (1975).

As ações humanitárias de Jonh Lennon conseguiram mobilizar muitos artistas, posicionando-se contra as guerras e pregando uma paz mundial, criando o hino Imagine, onde imagina um mundo melhor e sem violência, onde todos são iguais.

No ano de 1980, depois de cinco anos sem produzir nenhum disco, lança Double Fantasy, com composições românticas e falando de sua rotina, porém não pode desfrutar do reconhecimento de sua nova obra.

Na tarde de 08 de dezembro, autografou um disco para Mark Chapman, o que foi registrado em foto, depois esteve em compromissos ligados à divulgação de Double Fantasy, retornando para sua casa por volta das 22 horas.

O assassino estava lá, esperando, chamou pelo nome de John e depois disparou cinco tiros contra o Beatle, que foi atingido com quatro tiros nas costas, sendo socorrido por Yoko, levado ao hospital, mas morreu devido à gravidade dos ferimentos.

John Lennon morreu de uma forma extremamente violenta, contrastando com sua postura contrária às guerras e pedidos por um mundo com paz e igualdade, deixando um legado de músicas que pregam o entendimento e a harmonia.

Suas cinzas foram lançadas no Central Park, em Nova Iorque, tornando-se um ícone da música e um símbolo de luta pelos direitos da humanidade, pois sua vida acabou há 40 anos e até hoje seus fãs ainda não aceitam que o sonho acabou...

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