Segunda-Feira, 20 de Setembro de 2021 |

Colunista



Vacinas

Passado o ano de 2020 com sua pandemia e seus mais de 180 mil mortos, vêm como esperança da população brasileira as diversas vacinas criadas em tempo recorde para enfrentar um vírus que se espalha por nosso país.

São mais de sete milhões de pessoas infectadas, com milhares de pacientes recolhidos em hospitais tentando vencer a batalha contra o coronavírus, que se espalha porque as pessoas não tomam medidas simples de prevenção.

O uso de máscaras está sendo evitado por uma parcela da população, até porque os políticos no período eleitoral nas suas caminhadas e eventos não usavam, enquanto as atividades ficaram liberadas em todas as cidades.

O distanciamento social foi esquecido nas aglomerações para comemorar as vitórias dos prefeitos e vereadores, assim muitos parecem ter se acostumado a ficar próximos dos outros.

O problema das vacinas é que elas não são plenamente eficazes, podendo haver efeitos colaterais que não estão sendo comentados, além disso, há necessidade de duas aplicações por pessoa, o que amplia o número de doses a ser adquirido.

A vacinação em massa é uma solução apresentada pela indústria farmacêutica, que lucrará muito com a distribuição de milhões de vacinas pelo mundo, procurando atingir o maior número de países.

Por aqui há algumas marcas sendo apresentadas e discutidas, com pouca informação e muita mídia, além da disputa política, surgindo como um ingrediente para piorar todo o cenário.

Apesar de toda a propaganda a vacinação necessita de muita infraestrutura para acontecer, passando por insumos, como seringas, além de refrigeração adequada para conservar as doses para serem distribuídas em todo país.

Porém não há previsão de nada, tudo está sendo discutido de uma forma inadequada, com diversas lideranças tentando ter o protagonismo do processo, o que só vai atrasar o início da imunização no Brasil.

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