Domingo, 09 de Maio de 2021 |

Colunista


Conversando sobre o cotidiano


Paulo Franquilin


franquilin.pc@gmail.com


Praças abertas

As nossas cidades possuem, com raras exceções, uma Praça Central, onde a comunidade circula e convive, assim a vida pulsa nesse espaço, com inúmeras atividades que congregam as pessoas e as instituições dos municípios.

Além dessa praça, existem inúmeras outras nos bairros, as quais também são centros para as reuniões dos moradores, que interagem e criam maiores laços com todos os que vivem nas proximidades.

Os bancos recebem tantas pessoas e suas histórias, quantos namoros, conversas, discussões, encontros, separações, tantas coisas que acontecem ao redor das praças, com muita alegria, tristeza, depressão ou euforia ocorrendo ao mesmo tempo.

As árvores e suas sombras são conforto no calor, enquanto no inverno servem de proteção contra o frio, além de proteger com seus galhos e folhas das chuvas, num ato de proteger as pessoas nesses momentos de fragilidade.

E as alamedas são percorridas a pé, alguns caminham, outros correm, numa interação de todos com a natureza, sem contar as bicicletas, infantis e de adultos, numa profusão de cores que se juntam às cores das plantas e ornamentos.

Um espaço especial das praças é o setor de brinquedos infantis, onde as crianças conseguem brincar e interagir com as outras, sendo importante lembrar que muitas não têm espaço para esse fim dentro de suas casas ou apartamentos.

Não podemos esquecer que na Praça Central ocorrem muitas festas e eventos, principalmente, datas cívicas importantes, quando a maioria da população da cidade comparece e tem momentos de felicidade e de convivência com seus amigos.

Praças devem ser abertas, permitirem que cada pessoa chegue e decida que caminho tomar, o que fazer, qual espaço ocupar, com liberdade de horário, assim cercar praças, no meu entender, vai contra a finalidade desses espaços, que é serem abertos para a comunidade.

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