Sbado, 25 de Setembro de 2021 |

Colunista



Grupos de vacinação

O sistema de vacinação, para combater a Covid-19, adotado no Brasil é confuso, pois cada cidade tem autonomia para vacinar grupos, conforme a definição dos gestores municipais, assim temos cidades com cinco ou seis tipos de grupos.

Houve num primeiro momento uma coordenação do Ministério da Saúde, iniciando com os grupos mais vulneráveis, porém com a passagem do tempo e chegada de mais lotes de vacinas, alguns desses grupos foram imunizados.

Na sequência, alguns prefeitos resolveram vacinar grupos, os quais julgavam prioritários, imunizando profissionais de segurança, educação e transporte, variando em cada município a destinação das vacinas.

Surgiram várias discussões jurídicas, com liminares, ora para os municípios continuarem vacinando seus grupos, ora determinando que os prefeitos devessem cumprir a ordem estabelecida pelo Ministério da Saúde.

No Estado, os municípios estão imunizando suas populações de diversas maneiras, alguns cumprindo fielmente a determinação federal, outros criando suas próprias listas de prioridades.

Desta maneira temos a possibilidade de municípios próximos adotarem planilhas totalmente diferentes, com cada população tendo que ficar atenta a ordem de prioridades, pois cada prefeitura adota um modelo diferente.

Passado o tempo, é possível verificar que a adoção das idades, como forma de priorizar as pessoas, é um dos meios mais abrangente e igualitário para todas as cidades, atingindo maior número de pessoas, evitando confusões.

Basta observar os postos de vacinação, onde há aglomerações e muitas filas, cada uma destinada a um grupo diferente, acontecendo, não raramente, confusões e discussões, devido as pessoas entrarem na fila errada.

O ideal seria que o Ministério da Saúde adotasse uma única norma geral da ordem de vacinação e todo o Brasil cumprisse, porém isso não aconteceu, assim cada localidade adotou sua norma.

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