Sbado, 25 de Setembro de 2021 |

Colunista



Caçada ao Lázaro

Lázaro Barbosa iniciou sua vida criminosa, em 2007, com dois homicídios na sua cidade natal, Barra do Mendes, na Bahia, escapou para o Distrito Federal, onde foi preso por estupro e roubo. Em 2013 foi diagnosticado como um psicopata, tendo comportamento impulsivo e agressivo, desequilibrado mentalmente e apresentando distúrbios sexuais.

Libertado por bom comportamento, no ano de 2014, permaneceu em regime semiaberto, mas fugiu dois anos depois do sistema prisional, foi recapturado em 2018, quando fugiu novamente. Sua trajetória criminosa continuou, com uma tentativa de homicídio em 2020.

Neste ano, em maio invadiu chácaras, com estupros, em sequência, no Distrito Federal, chegando ao crime de 09 de junho, quando invadiu uma fazenda, assassinou três pessoas e levou uma mulher para estuprar e matar num matagal, no interior de Ceilândia, no Distrito Federal.

Na sequência invadiu outras chácaras e fugiu para Cocalzinho de Goiás, passando a cometer outros crimes, em diversos locais, sendo perseguido pela polícia, escondendo-se no interior do município, escapando várias vezes.

A perseguição policial já dura quase duas semanas, contando com mais de 200 policiais goianos, do Distrito Federal e com auxílio da Polícia Federal, utilizando drones e cães farejadores, numa operação que continua em andamento, para encontrar Lázaro.

Conhecedor da região, onde morava, sendo mateiro, consegue esconder-se em muitas chácaras abandonadas, além de invadir outras casas, mantendo reféns, roubando comida e armas, percorrendo o mato e os rios, dificultando a ação dos cães farejadores.

Apesar das barreiras, viaturas, centenas de policiais não conseguiram até agora localizar Lázaro, que vai deixando rastros de sangue por onde passa, matando e ferindo pessoas, assustando os moradores da região.

Tomara que logo a polícia consiga prender o psicopata e que cumpra sua pena, porém a legislação brasileira é cheia de brechas jurídicas, assim é possível que Lázaro consiga, em pouco tempo, estar livre para continuar praticando crimes.

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