Sbado, 25 de Setembro de 2021 |

Colunista



Banheiros públicos

Todos os seres vivos precisam expelir tudo aquilo que não é utilizado para a sobrevivência, por meio de aparelhos excretores, liberando todas as toxinas dos organismos, portanto os seres humanos não seriam exceção.

Desde os primórdios da civilização, quando os humanos passaram a conviver de maneira diferente dos demais animais, houve a necessidade de surgirem espaços para preservar a intimidade das pessoas.

Primeiro com a utilização de lugares mais afastados dos primeiros grupamentos, depois vieram as construções mais elaboradas, porém continuando as pessoas a fazerem suas necessidades nas redondezas.

Com o crescimento das vilas e, consequente, aumento das populações, o ser humano criou novas estruturas para que todos pudessem viver com melhores condições, surgindo espaços junto às casas para a higiene.

A vida ligada à natureza ficou para trás, a agricultura e pecuária eram as atividades para a sobrevivência, mas novas tecnologias surgiram, havendo necessidade de afastamento das casas para trabalhar.

A ampliação do mundo conhecido trouxe novos povos e culturas, incluindo aglomerações maiores de pessoas, organizadas em civilizações com sistemas de limpeza e higiene diferentes dos utilizados pelos europeus.

Chegamos à realidade de nossos dias, com grandes metrópoles, com milhares de habitantes, sanitários nas residências, porém nos espaços públicos, contrariando o que era comum nas antigas cidades, faltando banheiros para as populações.

É preciso que os administradores municipais passem a se preocupar com este grande problema de saúde pública e conforto para os moradores das cidades, que não possuem saneamento básico adequado.

Muitas praças já tiveram banheiros públicos, porém sem manutenção e falta de educação das pessoas levaram ao fechamento ou destruição e as pessoas só lembram da importância quando não encontram um sanitário.

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