Sbado, 04 de Dezembro de 2021 |

Colunista



Terceira dose

Todo o período de pandemia está sendo muito complicado, começamos a viver o isolamento social em março de 2020, com total falta de estrutura para receber a demanda de novos pacientes contaminados com o coronavírus.

Na sequencia os governos passaram a montar estruturas, definitivas e provisórias, visando receber os doentes, iniciando uma fase de inúmeras mortes e de pessoas com sequelas, decorrentes da covid-19.

Os estudos científicos, ao longo do ano de 2020, permitiram a criação de várias vacinas, iniciando a compra e distribuição para os países, os quais passaram a vacinar suas populações a partir de dezembro de 2020.

No Brasil a vacinação iniciou em janeiro de 2021, com duas doses ou em dose única, numa maratona para chegar ao número ideal de 70% da população totalmente imunizada, o que ainda não foi atingido.

A diminuição do número de internações e a queda da mortalidade pela covid-19, levaram a liberação de muitos procedimentos, havendo mudanças em muitos aspectos da rotina das pessoas, havendo possibilidade de aglomerações.

Estádios, locais de shows e restaurantes começam a receber sua capacidade máxima, enquanto os protocolos sanitários são flexibilizados no Brasil, em outros países há restrições sendo retomadas, mesmo com a imunização da maioria das pessoas.

Agora surge a necessidade de uma terceira dose, para reforçar a imunização dos brasileiros, devido ao surgimento de novos tipos de vírus, que já estão presentes em outros continentes, fazendo ampliar o número de contaminados e mortes.

Idosos e trabalhadores da área da saúde já receberam a terceira dose, sendo possível esperar que até março de 2022 tenhamos 70% da população vacinada com três doses, caso as pessoas procurem os postos de saúde e cumpram os prazos estipulados.

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