Sexta-Feira, 01 de Julho de 2022 |

Colunista



Ciclone

O ciclone previsto na segunda, dia 16 de maio, tinha potencial para destruir boa parte das cidades do Rio Grande do Sul por onde passasse, devastando áreas abertas, derrubando postes e árvores, além de destelhar os imóveis dos municípios.

Ventos superiores a 100 quilômetros por hora seriam gerados, a partir da combinação de inúmeros fatores, atingindo o nosso Estado, vindo do Oceano Atlântico, de forma a atingir o nosso Litoral, parte sul da Campanha, Serra Gaúcha e a Região Metropolitana de Porto Alegre.

Na terça-feira foram tomadas inúmeras providências por parte das autoridades, com suspensão das aulas, fechamento comércios e repartições públicas em horários que permitissem às pessoas estarem em suas casas quando ventos e chuvas chegassem.

Alem disso várias cidades providenciaram em espaços para recebimento de moradores de rua e famílias que ficassem desabrigadas devido ao ciclone, que poderia causar inúmeros estragos nos municípios.

A força dos ventos não atingiu o previsto pelos meteorologistas, pois houve mudanças nos fatores, diminuindo o poder de destruição do ciclone, que não repetiu os danos causados por eventos climáticos anteriores.

Mas apesar de menor intensidade, várias cidades foram atingidas por ventos com velocidades próximas a 90 quilômetros por hora, com queda de alguns postes e árvores, além de destelhamento de vários prédios e casas.

Muitos moradores permanecem sem fornecimento de água e energia elétrica devido aos estragos nas redes de transmissão, com aproximadamente 130 mil pontos atingidos no Estado.

O que se nota é que há uma nova mentalidade de prevenção, talvez originada na pandemia da Covid-19, com as autoridades tomando medidas preventivas, os comerciantes aceitando perder um pouco do lucro e as pessoas ficando em suas casas sem reclamar, assim vidas foram salvas e tragédias evitadas.

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