Quinta-Feira, 23 de Setembro de 2021 |

Colunista



CTG Amaranto Pereira

No dia 16 de maio o CTG Amaranto Pereira, dentro das normas e restrições impostas pelas autoridades sanitárias devido a pandemia do Covid 19, vai realizar mais um Almoço Pague & Leve. No cardápio, coxa e sobrecoxa, arroz, saladas de maionese e verdes, ao preço de R$ 20,00 por pessoa. Os convites estarão à venda até o dia 14 de maio e não teremos convites à venda no dia do evento. Adquira o seu convite com a patronagem do CTG ou entre em contato com o Padrão Adair Rocha pelo Waths (51) 999.990.294. O CTG fica na Rua Celso Lemes da Silva, 520, no Jardim Algarve.

Fazenda Boqueirão! Fogo de chão arde há mais de 200 anos

A chama que simboliza as comemorações da Semana Farroupilha no mês de setembro também se funde à identidade gaúcha. No interior do Rio Grande do Sul, um fogo de chão aceso em um galpão de uma fazenda se mantém aceso há mais de 200 anos.

Na Fazenda Boqueirão, em São Sepé, na Região Central e a cerca de 300 quilômetros de Porto Alegre, vive a família Simões Pires, que tem raízes e presença na história do Estado desde o século 18. É terreno deles que se mantém intacto o galpão onde o fogo foi aceso pela primeira vez. O espaço se torna quase um ponto turístico.

“A gente associa à época que o galpão foi construído, que foi no início de 1800. Então, provavelmente, desde essa época que existe o fogo”, afirma Gilda Simões Pires, proprietária das terras. Muitos membros da família foram ligados à política de São Sepé e ajudaram a elaborar um pouco da história do e Estado.

Preservada do calor, a cadeira usada por David Canabarro é relíquia. Na casa, há uma réplica, já que a original foi doada para o museu da cidade. “A gente sempre pergunta para as pessoas de uma maneira ou outra o que sentiu aqui dentro do galpão, e principalmente pessoas que têm suas raízes no interior do Estado dizem que sentem alguma coisa muito emocionante. É voltar no tempo”, completa.

Além do passado, o fogo também simboliza o futuro. Com a proximidade do dia 20 de setembro, os cavaleiros repetem as cavalgadas em busca da Chama Crioula, uma tradição que começou em 1947, quando até então o fogo era símbolo apenas da pátria.

“O MTG (Movimento Tradicionalista Gaúcho) se apropria dessa questão do fogo, dá mais ênfase para o fogo simbólico, do civismo, da nação, do patriotismo. Esse fogo que, como na Grécia antiga, fogo olímpico que percorria os diversos lugares, então percorre as diversas cidades do Rio Grande do Sul, para integrá-las na cultura rio-grandense, com a Chama Crioula”, avalia o professor de história da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Júlio Ricardo Quevedo.

Em agosto, a centelha foi levada a cada uma das 30 regiões tradicionalistas espalhadas pelo Rio Grande do Sul. Neste ano, a Chama Crioula saiu de Cruz Alta, no Noroeste do estado, no dia 16 do mês passado. Ao todo, foram mais de 400 quilômetros rodados até chegar a Porto Alegre, em uma viagem a cavalo pelo estado que durou oito dias. (fonte: G1). Este chasque foi publicado em 30 de junho de 2019 e e o buscamos no galpão virtual https://fotoslonghi.com.br

Observação! Para os tradicionalistas alvoradenses vai ficar na retina, que foi neste local, na Fazenda Boqueirão em São Sepé, que foi acesa a primeira chama crioula (antes era buscada em Viamão), trazida a casco de cavalo para os festejos farroupilhas de Alvorada no longínquo ano de 1998.

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