Domingo, 16 de Janeiro de 2022 |

Colunista



CTG AMARANTO PEREIRA

O CTG Amaranto Pereira, fundado em 04 de novembro de 1994, inaugurou o seu galpão de eventos no dia 07 de novembro de 1997, com um grande jantar-baile que teve a animação de Helmo de Freitas (O Carijó) e Grupo Camperiada. O tempo passou e o galpão precisa de reparos e a patronagem está trabalhando nisso e pede ajuda à comunidade na “doação de telhas de fibrocimento 244x110x5mm”. Para ajudar basta ir ou entrar em contato com a Madeireira Zanotelli e deixar a sua contribuição – fone (51) 3447.1427. Pix da Madeireira é o seu CNPJ 11.093.567.0001-76. Razão social: Zanotelli Materiais de Construção.

PRIMEIRO CTG DO MUNDO

O 35 CTG programou para amanhã, dia 08 de janeiro, um grande baile que será no dia 08, tendo na animação o grupo Os Gaúchos Lá de Fora. Valor do ingresso por apenas R$ 25,00 por pessoa e mesa para quatro pessoas por apenas R$ 20,00. Informações com o meu amigo Caio pelo fone waths (51) 984.433.262. O 35 CTG fica na Av. Ipiranga, 5300, em Porto Alegre.

A LENDA DA ÍNDIA OBIRICI

Antigamente, o território onde foi erguida Porto Alegre era ocupado por duas tribos indígenas: Tapiaçu, que ocupava o cume do Morro Santa Tereza; e Tapimirim, que se situava às margens do atual rio Gravataí.

Conta a lenda que Obirici, a filha predileta do cacique dos Tapimirim, teria se apaixonado e morrido de amor por Upatã, filho mais velho do cacique da tribo Tapiaçu. Todavia, outra índia também se apaixonara pelo guerreiro. A sorte foi então decidida numa competição de arco e flecha, cuja vencedora desposaria Upatã. Muito nervosa, Obirici teria errado o alvo e, em decorrência, perdido sua grande paixão. Teria saído, então, a caminhar por uma grande planície arenosa, onde hoje se situa o bairro Passo da Areia. Cansada, teria se sentado embaixo de uma figueira e ali ficado chorando. Em meio a preces e lágrimas, teria pedido com os braços erguidos ao céu que o deus Tupã viesse buscá-la.

Teria morrido, assim, de amores por Upatã. Das lágrimas, teria se formado um pequeno riacho, que corria sobre a areia, entre colinas e vales, árvores e plantas. Por isso, as mulheres indígenas que perdiam seus maridos em batalhas buscavam consolo nas "lágrimas de Obirici".

A lenda, registrada pelo escritor José Antônio do Vale Caldre e Fião, era recitada por um velho índio guarani, chamado Vicente, que teria fugido de um dos Sete Povos das Missões, logo após o final da Guerra Guaranítica, ocorrido em 1756. Em Porto Alegre, que recém estava recebendo seus primeiros habitantes, teria se instalado na área em que atualmente fica o Viaduto Loureiro da Silva.

O riacho foi canalizado e o barulho de suas águas pode ser ouvido embaixo do asfalto. Ali há uma elevada com o nome de Obirici e uma bela estátua que encanta os passantes por sua tristeza.

A estátua em homenagem à índia Obirici foi inaugurada em 13/03/1975, quando o prefeito da época, Telmo Thompson Flores, inaugurou o viaduto no cruzamento das avenidas Plinio Brasil Milano e Brasiliano Índio de Moraes. A escultura foi modelada pelo artista Mário Arjonas e projetada por Nelson Boeira Fairich. (fonte: revista Viva no Sul, Ano 3, Novembro de 2000, p. 10-11).

Da mesma forma como a história de Obirici, a história dos povos indígenas é, invariavelmente, muito triste. Fonte! Buscamos este chasque no sítio Facebook Rio Grande Antigo. Abra as porteiras clicando em: https://www.facebook.com/groups/156087481737120/

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