Sexta-Feira, 01 de Julho de 2022 |

2ª Alvorada da Canção Nativa impacta mais de cinco mil pessoas em live da Prefeitura

Evento foi realizado com público no Ginásio e transmissão nas redes sociais

Por Redação em 20 de Maio de 2022

"A grande atração da primeira noite foi o cantor e compositor Daniel Torres" (Foto: Guilherme Wunder)


O fim de semana ficou marcado pela realização da 2ª edição da Alvorada da Canção Nativa, que reuniu diversos artistas do estado no Ginásio Tancredo Neves. Ao contrário do ano passado, quando o evento foi 100% on-line, desta vez o festival foi realizado em um formato híbrido: era possível ir até o Ginásio ou assistir de casa pelas redes sociais da Prefeitura.

Para Gilberto Batista, que promoveu o evento, o sentimento de colocar essa segunda edição no ar é positivo. “Isso era uma vontade da administração: ter canção nativista em Alvorada. No primeiro ano fizemos no modelo de live e, neste segundo, estamos em um modelo híbrido. Sabemos que as pessoas não se acostumaram com a retomada, mas é muito bom poder colocar esse evento em prática”, pondera o organizador.

Uma das atrações foi o alvoradense Anderson Oliveira, que falou da importância das transmissões nas redes sociais. “A pandemia nos trouxe o on-line e muitos artistas ficaram conhecidos assim. Cada vez que se faz um evento assim dá acessibilidade para artistas que muitas vezes ficavam em seus redutos. Nós éramos carentes destes espaços, mas cada vez mais eles vêm aparecendo”, justifica o nativista.

No encerramento da primeira noite, quem se apresentou foi o cantor e compositor Daniel Torres. Em entrevista, ele conta que esse evento marcou o seu retorno ao município – ele havia se apresentado em Alvorada ao lado do Guri de Uruguaiana e em uma edição da Caravana da Rádio Gaúcha – e que ele ficou muito feliz em poder voltar a se apresentar na cidade.

Além disso, ele também falou sobre a importância de Alvorada ter um festival como esse. “A comunidade está de parabéns. Não podemos deixar morrer a cultura e a música. A música salvou muita gente durante a pandemia. Eram muitos que estavam isolados em casa e a música era um remédio para a alma. É preciso incentivar esses momentos culturais”, salienta Torres.

Essa opinião é a mesma do secretário de Cultura, Esporte e Juventude (SMCEJ), Jefferson Teixeira: colocar Alvorada dentro deste cenário no Rio Grande do Sul. “O importante é que estamos no calendário da canção nativa. Estamos valorizando cada vez mais os artistas locais e vamos buscar cada vez mais a cultura gaúcha em nosso município”, encerra o titular da pasta.

Futuro do projeto

Segundo o organizador do evento, a Alvorada da Canção Nativa não para por aí e deve retornar em 2023. “Já vamos planejar a terceira edição, com mais atrações e com o público. Nós queremos transformar a Canção Nativa em uma competição do nativismo como são todos os outros festivais. Alvorada precisa participar deste roteiro com muita propriedade”, encerra Batista.

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