Domingo, 26 de Setembro de 2021 |

Pesquisa registra aumento no preço da gasolina em todos os postos do município

Nos últimos cinco meses os valores aumentaram mais de um real por litro na bomba

Por Redação em 30 de Julho de 2021

"Levantamento foi feito com base nas placas dos postos de combustível e não diretamente nas bombas" (Foto: Matheus Pfluck)


Na tarde da segunda-feira, 26/07, o Jornal A Semana realizou levantamento de preços em todos os 18 postos de combustíveis instalados em todo o perímetro alvoradense. A última sondagem foi feita no mês de fevereiro. De lá para cá nota-se um aumento de 19,64% (pouco mais de R$ 1,20 por litro) aproximadamente no valor da gasolina comum e de 25,28% (em torno de R$ 1,50) na gasolina aditivada.

Comparativo

Conforme o levantamento o menor preço cobrado pela gasolina comum foi de R$ 6,069 e o maior de R$ 6,199. Já o menor preço da gasolina aditivada foi encontrado por R$ 6,079 e o maior de R$ 6,399. Em fevereiro, o menor preço foi de R$ 4,769, enquanto o maior valor cobrado foi de R$ 4,999 pela gasolina comum. Já o menor valor da gasolina aditivada foi de R$ 4,099 e o maior valor foi de R$ 5,899.

Impostos e ICMS

Nos últimos tempos surgiram diversas fake news de que o Governo Federal teria zerado os impostos federais em cima da gasolina. Contudo, a informação é incorreta. O PIS/Cofins foi zerado apenas sobre o óleo diesel nos meses de março e abril, mas retornou à cobrança posteriormente. O que permanece zerado é o PIS/Cofins do gás liquefeito de petróleo (GLP).

Já sobre o ICMS, que é o imposto estadual e incide também no combustível, ainda está em vigor. Segundo nota do Governo do Estado publicada em abril e aprovada pela Assembleia em 2020, A alíquota básica de ICMS, que estava em 18% até dezembro de 2020, foi reduzida para 17,5% em 1º de janeiro de 2021. A lei também definiu que as alíquotas de ICMS sobre gasolina permanecem no patamar de 30% em 2021.

Levantamento

Cabe ressaltar que esse levantamento foi feito com base nas placas dos postos de combustível e não diretamente nas bombas – existem estabelecimentos que cobram um valor abaixo do divulgado em caso de o pagamento ser feito em dinheiro. Com isso, a reportagem do Jornal A Semana não se responsabiliza pelos valores aplicados, mas sim pelos divulgados nas placas em frente ao local.

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