Sexta-Feira, 18 de Junho de 2021 |

Rede de gasoduto da SULGÁS ultrapassa 1.300 quilômetros no estado

Somente em Alvorada houve uma ampliação de 720 metros neste ano

Por Redação em 14 de Maio de 2021

"A SULGÁS começou as obras de construção e entrada na cidade em 2015 e o serviço foi ofertado já no ano seguinte" (Foto: Arquivo A Semana)


A rede de gasodutos da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (SULGÁS) ultrapassa 1.300 quilômetros, com a implantação de 21,5 quilômetros entre janeiro e março deste ano. A extensão da malha dutoviária da empresa é praticamente duas vezes a distância entre Porto Alegre e Uruguaiana.

No primeiro trimestre, foram investidos R$ 7,5 milhões na construção de redes em aço e PEAD (polietileno de alta densidade) em 10 municípios, visando fornecimento de gás natural a clientes de todos os segmentos (veicular, comercial, industrial e residencial). No caso de Alvorada, houve uma ampliação de 720 metros nas tubulações e no atendimento do município.

Em Porto Alegre, foram construídos mais de seis quilômetros, seguido de Canoas (3,8 km), Viamão (3,3 km) e Novo Hamburgo (3 km). Destaque ainda para a expansão na Serra, com o início das obras em Gramado. Caxias do Sul, Alvorada, São Leopoldo e Farroupilha também tiveram a infraestrutura ampliada.

A SULGÁS está presente em 42 cidades, sendo que 29 contam com gasodutos de distribuição e 13 são abastecidas por meio do modal de transporte de Gás Natural Comprimido (GNC). A estimativa é investir R$ 41 milhões em 68 quilômetros em 2021. Cabe ressaltar que a estatal já está no município desde 2015, quando começou a instalar seus primeiros dutos – ativados em 2016.

O gás natural

O GN é um combustível fóssil, formado por uma mistura de hidrocarbonetos leves, entre os quais se destaca o metano/CH4. O gás é originado em depósitos subterrâneos, onde se acumulou ao longo de milhões de anos e forma-se a partir da decomposição de matéria orgânica soterrada a grandes profundidades, que se degradou a altas temperaturas e sob grandes pressões.

Segundo a SULGÁS, utilizar o GN em empresas ou condomínios é vantajoso, pois existe uma maior segurança operacional, aumenta a vida útil dos equipamentos, é de fácil adaptação às instalações existentes, requer menor investimento em armazenamento de espaço, menor custo das instalações, a combustão é facilmente regulada, possui elevado rendimento energético e o pagamento é feito após o consumo.

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