Quinta-Feira, 19 de Maio de 2022 |

SIMA

Governo Appolo troca a caneta pelo spray de pimenta e agride mulheres e crianças

Por Redação em 31 de Dezembro de 2021


Um grupo expressivo de profissionais da Educação foi até o prédio da Secretaria Municipal da Educação (SMED) para reforçar o direito ao repasse dos recursos do Fundeb para remunerar os profissionais da Educação, como manda a lei. Lamentavelmente, a Secretária da Educação, Neuza Machado Teixeira, foi logo avisando que o repasse reivindicado em forma de abono era assunto para o prefeito Appolo, que tem o poder de decidir. O jornalista do SIMA foi impedido de fazer imagens do encontro, como se a questão fosse privada e não de interesse público.

Mesmo notando o jogo de empurra-empurra do governo, dirigentes do SIMA e Servidores seguiram para a prefeitura para cobrar do prefeito o direito constitucional dos profissionais da Educação. As pessoas se concentraram no salão nobre da prefeitura e aguardaram a chegada do prefeito com uma resposta positiva para o caso.

PREFEITO FAZ TEATRO E É VAIADO

Appolo chegou e disse à plateia ansiosa que começava a trabalhar cedo e que sempre estava disponível para conversar. Antes, distribuiu bombons para os presentes, mas nada disse sobre o repasse dos recursos do Fundeb. Questionado pelas mulheres para que utilizasse o microfone, pois mal dava para ouvir o que ele dizia, tratou de sair rapidamente, deixando os profissionais da Educação sem resposta.

Pior: para reprimir os presentes, que estavam decepcionados com tanto descaso, um dos guardas lançou spray de pimenta sobre as mulheres e as crianças que estavam com elas, cumprindo a absurda decisão do governo de dispersar a concentração e ameaçando a integridade física das pessoas. Na hora do acontecimento, os diretores do SIMA cobraram um posicionamento do governo, que lavou as mãos diante do fato.

BOLETIM DE OCORRÊNCIA

O caso foi parar na polícia civil, pois muitas mulheres apresentaram queixa contra mais um gesto truculento do Governo Appolo. O SIMA cobrará na Justiça o direito dos profissionais da Educação e seguirá denunciando a arrogância de quem ainda pensa que é delegado de polícia e acha que pode resolver tudo na base da força, inclusive as questões democráticas.

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